Olá a todos.
Tal como refere o Samuel no post de estreia, este será um espaço dedicado a uma iniciativa entre três amigos que, apesar do background académico diferente, partilham a paixão pela escrita. Espero que sejam muitos aqueles que possam vir a interessar-se por esta ideia e queiram contribuir para o enriquecimento do blog com comentários construtivos e, quem sabe, um texto ou dois.
Serve este post, não para repetir as palavras do Samuel, mas para anunciar que o primeiro texto, da minha autoria, será aqui colocado no dia 25 de Novembro, sendo referente à categoria de escrita livre.
De título As Botas de Dorothy, trata-se de um pequeno conto que escrevi recentemente, e é daquele tipo de ideia que nos surge quando estamos apenas a observar o mundo em redor. Às vezes as coisas que observamos destacam-se muito bem e, portanto, é possível ser rapidamente assaltado pelo impulso de escrever. Noutros casos, como é o desta história, a observação é feita num ambiente comum e, por isso mesmo, a imaginação pode acabar por correr sem que nada o previsse. É como estarmos diante de um campo de flores. Podemos deixar-nos deslumbrar e ir a correr escrever sobre a fantasia e a maravilha do que sentimos ali estando, mas também podemos apenas pensar “Que bonito” e não sermos activados por nada em particular. Nada, até repararmos nalguma coisa à qual se pode chamar de diferente.
E o que é mais interessante, sobretudo do ponto de vista de um autor, é que, aquilo em que reparamos nestas situações, pode não ser aquilo em que repararia outra pessoa. E isso é o que, na minha opinião, torna um olhar especial. E, claro, o objecto da observação, por ter despertado a atenção de um, enquanto os outros continuam a ver através de si.
As Botas de Dorothy é um conto que se enquadra nesta questão. Podia tecer mais algumas considerações, mas seria revelar demasiado para uma história que fala por si.
Até breve,
Joana
1 comentário:
Ah já prá semana! Tenho a ideia que vou a seguir, por isso não levantes muito a fasquia! XD
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